sexta-feira, 16 de setembro de 2016

PROPOSTAS DE GOVERNO - SOLIDARIEDADE URUANA - 77

O partido político Solidariedade, sob representação de sua diretoria no município de Uruana, apresenta suas Propostas de Governo para a gestão municipal 2017-2020.

O Plano prevê a criação e/ou restauração do patrimônio municipal incluindo diversos setores como área da Saúde, Infraestrutura Urbana e Rural, Segurança Pública, Reformas Administrativas, Educação, Cultura, Esportes, Meio Ambiente e Lazer.

Em tempo, o partido Solidariedade de Uruana esclarece que para a realização do presente Plano de Governo, os recursos financeiros serão buscados por meio do Estado e Governo Federal, assim como parecerias com fundações e organismos nacionais/internacionais (Ex.: Bradesco, Roberto Marinho, Instituto Airton Sena, etc), e também por meio de recursos próprios e doações.
















sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Grupo de Trabalho discute a desigualdade de gênero no País


Nos dias 18 e 19 de agosto, a Fundação 1º de Maio realizou o Grupo de Trabalho da Secretaria da Mulher, onde foram discutidos os problemas enfrentados pelas mulheres dentro do ambiente político, trabalhista e privado.
O sufrágio feminino, ou seja, o direito das mulheres ao voto foi conquistado em 1932. Ainda assim, a representatividade política das mulheres continua muito baixa. No Brasil, apenas 8,6% dos cargos elegíveis dentro da Câmara dos Deputados é ocupado por mulheres. No Senado, a porcentagem sobe para 16%. Se levarmos em consideração que as mulheres representam 51,6% da população brasileira, esse índice se torna ainda mais significativo: para 48,4% dos homens, a representação nos espaços federais de poder equivale a 91,4% na Câmara e 84% no Senado.
No ambiente de trabalho as mulheres também sofrem com as diferenças de salários e cargos hierarquicamente mais altos. A média brasileira de salário para mulheres ainda é cerca de 74% do salário de um homem. Isso significa que se um homem recebe R$ 1.000,00 por mês, uma mulher, ocupando o mesmo cargo e exercendo as mesmas funções, receberia apenas R$ 740,00. Se analisarmos a amostra das mulheres negras, essa diferença aumenta ainda mais: elas recebem 40% do que homens. Essa discriminação de gênero implica em mulheres ocupando cargos em empregos precários, recebendo salários baixos e que restringem o acesso a bens de consumo.
No âmbito privado, questões como o estupro, a violência doméstica e a violência médica também foram temas das discussões. Uma das maiores bandeiras levantadas pelas mulheres foi a falta de capacitação do corpo médico no tratamento de mulheres, dentre eles, a violência obstétrica, os diagnósticos tardios de câncer e endometriose e a demora no acesso a médicos especializados.
Uma em cada quatro mulheres sofrem com a violência obstétrica, seja psicológica ou física. Não são raros os casos em que o médico faz a episiotomia (um corte cirúrgico na região vaginal quando o espaço para o parto é pouco) de forma desnecessária. Antigamente, esse tipo de procedimento era rotineiro, hoje, apesar da orientação ter mudado, um grande número de médicos ainda o fazem sem o consentimento da grávida. Além disso, o Brasil é campão mundial em realização de cesárias, chegando a somatória de 43% dos nascimentos (80% se contabilizados somente os da rede privada), enquanto o recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) é de apenas 15%.
A violência doméstica também foi pauta do Grupo de Trabalho. Apesar da Lei Maria da Penha ser referência mundial no combate a esse tipo de violência, o Brasil segue enfrentando péssimos números nesse combate. Três a cada cinco mulheres afirmam ter sofrido algum tipo de violência do parceiro e 56% dos homens admitem já ter cometido algum tipo de agressão, seja física, moral, patrimonial, psicológica ou sexual. No caso dos estupros, no Brasil, uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, sendo que a maioria dos casos acontecem dentro de casa.
Ainda temos muito para construir quando o assunto equidade e igualdade entre os gêneros. Políticas públicas que capacitem e empoderem as mulheres são necessárias para que possamos transformar o Brasil num País de todos, em que homens e mulheres possam competir em pé de igualdade no mercado de trabalho e que mulheres tenham seus direitos básicos respeitados.
Fonte: fundacao1demaio.org.br

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Nota Pública de Indignação


    É com muita indignação que venho manifestar meu posicionamento público sobre o total descaso das autoridades locais diante do quadro de violência que se estabeleceu na nossa querida Uruana nos últimos tempos e que, recentemente, se ampliou ao ponto de o cidadão de bem não querer mais sair de casa.
   São roubos, assassinatos, assaltos, violência, atentados ao patrimônio público e privado... Fatos que antes raramente se tinha notícia, mas que agora são temas recorrentes em nosso dia a dia. A vida calma e tranquila, características marcantes de uma cidade do interior, não é mais uma realidade em nossa cidade.       
    O que mais assusta é o fato de TODOS nós estarmos sujeitos a essa situação, pois a segurança do município infelizmente não consegue atender a todas as ocorrências, além de não existir o trabalho de prevenção... E, pior ainda, é o fato de que as autoridades competentes são omissas, não se pronunciam e não tomam nenhuma atitude em relação aos atos de violência e criminalidade.
     Essa situação não pode continuar! Aqui eu me dispo de qualquer ligação partidária e quero convidar a todos os colegas concorrentes ao pleito de 2016 para nos unirmos nesse momento em prol da nossa cidade. Vamos para as ruas, vamos manifestar publicamente nossa insatisfação e reivindicar uma segurança uma segurança ativa e efetiva. Segurança não e um benefício, minha gente... É um direito de todos nós e dever do Estado!
     

Uruana, 1 de Setembro de 2016
                                                     Natanael Pires

Nota Pública de Indignação


    É com muita indignação que venho manifestar meu posicionamento público sobre o total descaso das autoridades locais diante do quadro de violência que se estabeleceu na nossa querida Uruana nos últimos tempos e que, recentemente, se ampliou ao ponto de o cidadão de bem não querer mais sair de casa.
   São roubos, assassinatos, assaltos, violência, atentados ao patrimônio público e privado... Fatos que antes raramente se tinha notícia, mas que agora são temas recorrentes em nosso dia a dia. A vida calma e tranquila, características marcantes de uma cidade do interior, não são mais uma realidade em nossa cidade.       
    O que mais assusta é o fato de TODOS nós estarmos sujeitos a essa situação, pois a segurança do município infelizmente não consegue atender a todas as ocorrências, além de não existir o trabalho de prevenção... E, pior ainda, é o fato de que as autoridades competentes são omissas, não se pronunciam e não tomam nenhuma atitude em relação aos atos de violência e criminalidade.
     Essa situação não pode continuar! Aqui eu me dispo de qualquer ligação partidária e quero convidar a todos os colegas concorrentes ao pleito de 2016 para nos unirmos nesse momento em prol da nossa cidade. Vamos para as ruas, vamos manifestar publicamente nossa insatisfação e reivindicar uma segurança uma segurança ativa e efetiva. Segurança não e um benefício, minha gente... É um direito de todos nós e dever do Estado!
     

Uruana, 1 de Setembro de 2016
                                                     Natanael Pires